Tenho
magistério, sou graduada em biologia e pós-graduada em Psicopedagogia, com 25
anos de experiência em sala de aula, amo o que faço, meu trabalho é um dos meus
maiores motivadores de vida. E desde muito cedo, sempre me propus como
educadora a incentivar meus alunos a serem protagonistas da sua vida, donos da
sua história, para compartilhar seus saberes com os demais e fazer uma
sociedade mais humana e justa.
Isso
ao menos, consegui fazer em Novo Hamburgo mesmo na Educação Infantil e com
todos os percalços do caminho que passei por lá. Um dos objetivos da educação
desde município é promover a autonomia dos seus e a interação com a natureza.
Tudo o que eu acredito como professora, pessoa, mãe e bióloga.
Porém,
agora em 30 de Janeiro deste ano, comecei a trabalhar numa escola de educação
infantil particular, em Porto Alegre, no bairro Menino Deus. Eu já sabia, um
pouco que a legislação é diferente de um município para o outro. Não sei, se é
uma prática da escola daqui, mas lá as crianças até 3 anos ganham comida na
boca. Tão diferente da outra realidade, em que nossos alunos de 2 anos já
começavam a se servir sozinhos na ilha do Buffet, com supervisão das
professoras e funcionárias.
Tentei
colocar, um breve relato das minhas últimas experiências e o conflito em que me
encontro como professora. Considero a escola atual um retrocesso em educação,
em pleno século XXI. Desculpe, não sou muito boa em citações, como disse em
outro trabalho me aproprio dos conhecimentos de diversos autores e os uno aos
meus!
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