Pedagogia: a arte de se aprender em conjunto!
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
E o estágio?
Como será estagiar depois de tanto tempo de sala de aula? Qual será as expectativas? E a ansiedade?
Lembro-me da fala da professora Rosane Aragon, na aula passada de 22/08/18:
" Não precisa fazer uma atividade mirabolante em dia de visita do orientador, vai que vocês se enrolam? Esse não é o objetivo.
Porque aula vocês já dão, planejamento vocês já fazem.
Mas a ansiedade vem, não tem jeito e é preciso controlar. Colocar os dados do estágio no papel, no pbworks e por aqui também. Guardar tudo com cuidado e carinho para a escrita do TCC que já nasce junto com esse estágio.
E o meu estágio ou prática como se diz, já é na minha turma, escola e trabalho. Também como foi na primeira graduação. Mas o desafio da escrita continua, hoje com menos medo de escrever e perguntar, sem compromisso de acertar de primeira. Reconstruir é aprender sempre!
O porquê da postagens de alguns trabalhos do sétimo semestre?!
Neste semestre, postei mais atividades de estudo no blog, porque gostei das atividades, senti muita relação dessas com a minha prática pedagógica, gosto e reflexão pessoal. Creio ter visto minha prática nas atividades estudadas e essas atividades na minha práxis e construção do aluno. Vim parar na pedagogia, por estar trabalhando com os pequenos desde 2012, mesmo lecionando deste 1992. Consegui ampliar o meu olhar sobre as construções dos alunos, mesmo que ainda pequenas, até mesmo que na maioria desse meu tempo de docência eu tenha despertado esse olhar. Pude buscar e conhecer novas alternativas de ensino e auxílio aos alunos e suas famílias. Como em 2013 fui trabalhar na educação infantil, e pude constatar que através do brincar e do jogo, até mesmo independente da idade, podendo ser tais técnicas usadas com alunos maiores. Por isso uso o jogo atualmente como forma da construção da aprendizagem. É só acessar a página da minha escola no Facebook: Centro de Educação e Cultura Cecília Meireles, em Eldorado do Sul (escola em que farei meu estágio).
O novo modelo de workshop.
Neste último semestre somente com disciplinas, antes do estágio e TCC fizemos uma avaliação diferenciada que foi a escrita no pólo baseada em textos do semestre, em abril. E na finalização desse semestre, estou me preparando para uma nova formulação de texto, semelhante a uma prova prática escrita e depois apresentação do mesmo em forma de workshop. A diferença é que antes fazíamos a síntese reflexiva do semestre aliada aos estudos e a nossa prática com antecedência, e agora na reta final de curso é na hora, tipo uma prova, no estilo quem sabe faz ao vivo, e eu gostei.
Primeiramente, foi um susto, uma pressão. Mas depois do trabalho, pude constatar que melhorei na minha escrita, que estou menos sucinta e mais reflexiva do que antes. Ainda não está a meu contento, mas ao menos está melhor do que quando cheguei ao curso.
Ainda sobre os desafios da escrita!
Sempre achei que já se nascia sabendo escrever ou falar bem. E que eu fizesse parte apenas do grupo da segunda opção: o da oratória. Mas ao longo do curso fui ampliando meus pensamentos e possibilidades, sendo motivada, "forçada" a escrever (no bom sentido) melhor, e acredito que não sairei deste curso como entrei em 2015, ufa: ainda bem. Pensei que o nosso TCC seria como os de outros cursos , que se escolheria um tema e eu, estava até buscando um que teria relação com a minha prática de magistério até então. Mas fiquei aliviada em saber que o TCC terá relação direta da nossa prática de estágio deste semestre. Acredito que melhorei na minha escrita e prática, mas escrever para mim continua sendo um desafio!
domingo, 5 de agosto de 2018
Sobre as disciplinas do semestre...
Das disciplinas que mais gostei esse semestre e que tiveram mais significado para mim, tenho a interdisciplina de EJA e de Linguagem & Educação, ambas ministradas pela professora Aline. Mais uma vez, assim como no semestre passado, as disciplinas e conteúdos abordados por ela fizeram toda a diferença nas minhas reflexões pessoais e profissionais, pois se interligaram. Indispensáveis a minha prática pedagógica e a minha postura profissional. Não tinha escrito isso antes no semestre anterior, mas como mais uma vez aconteceu. Adorei fazer a entrevista na EJA, porque esmo tendo trabalhado com tal modalidade, não conhecia a modalidade de alfabetização e fui super bem acolhida e atendida pela equipe de professores e pela escola em que fiz esse trabalho em Eldorado do Sul, pois o vide-diretor e supervisor deste lugar, tinha sido meu primeiro diretor em 1999.
Já a disciplina de Didática eu gosto muito, pois prefiro a discussão e as aulas presencias foram maravilhosas. Porém a minha dificuldade, ainda está na leitura de grandes textos e na transposição a ser feita por mim. Sou grata as conversas e as dicas dadas pelo mestre Johann.
Quanto a TCIS, o professor Daniel é um querido, paciencioso e atencioso. Deu atividades simples e de muita conexão com grande relevância, creio eu pensando nas pessoas que apresentam dificuldades com as ferramentas tecnológicas, assim como as minhas. Porém, ainda tenho medo e não sei fazer os tais mapas conceituais.
Já ao seminário integrador 7, o que dizer dessa disciplina de apoio e das nossas professoras Rosane e Mariângela, gratidão pelas orientações, paciência, ensinamento e aprendizado. Agora é focar na oficina de pbworks para poder apresentar o estágio a contento e principalmente adequadamente, por ser umas das culminâncias do curso.
É corrida a nossa vida, mas já posso dizer que estou sentindo e sentirei saudades da UFRGS e de tudo mais aí! Obrigada.
Desmitificando mitos e reformulando concepções.
Mesmo com 26 anos completos de magistério, entre estágio e docência, tendo apenas 41 anos de idade, tendo curso técnico em Magistério, a primeira graduação em Biologia, pós em Psicopedagogia, diversos cursos de extensão (muitos na UFRGS e outras universidades referência no RS), AEE... sendo docente desde a educação infantil, passando por diferentes idades e níveis de ensino, até a formação e palestra de profissionais da educação e até mesmo conhecendo várias escolas e realidades de comunidade escolar.
Sempre achei que ser professor era um dom, uma inteligência segundo Gardner, e que o ser professor já nascia quase pronto e encaminhado a área da educação. Mas ao longo da minha prática e estudos, principalmente na minha docência no curso de formação de professores e no cursar essa segunda graduação em Pedagogia, pude observar que em muitas vezes o aluno daria um ótimo professor e que outros nem tanto.
Porém, mesmo sendo a maioria desses alunos esforçados e aparentemente excelentes pessoas e cidadãos, muitos que eu considerava ideal para ser professor, seguiram outros caminhos com maestria. Já outros com grande potencial, não tiveram perseverança, oportunidade ou tanta sorte assim, uma pena. E até mesmo, aqueles que não me pareciam que seriam mestres ou educadores tão brilhantes, insistiram e seguiram no sonho, mesmo com todas as suas limitações. Assim como eu, que tenho as minhas e você tem as suas limitações prosseguimos.
Ainda bem, que ao longo da vida, nos flexibilizamos e mudamos as nossas concepções, pois somos seres mutáveis em constante evolução e não sou mais assim, tão simplória.
Não é o "canudo", que nos dá essa visão, mas sim a prática da sala de aula, o cotidiano, os estudos, as trocas nas rodas de conversa nos grupos da sala da universidade, tendo a visão do outro educador e profissional, comparada e refletida a minha. E isso, apenas cada um de nós no seu íntimo e reflexão pessoal e também profissional que podemos fazer. Até mesmo eu, que achava Paulo Freire como um discurso político e esquerdista demais, hoje vejo e tenho nele muito da minha fala, inspiração e sensibilidade, o que me orgulha bastante!
Ainda sobre a minha dificuldade de escrita e referências
É claro que ao longo do curso fui melhorando e explorando mais a minha escrita e aprendendo a referenciar. Os maiores desafios virão no estágio e mais ainda no TCC. Mas já posso dizer sobre mim e a minha escrita: "Quem te viu e quem te vê!"
Isso é fruto do incentivo, orientação e paciência dos professores, especialmente das professoras: Rosane e Mariângela que foram incansáveis comigo e com o grupo todo. é só ir lendo, vendo e comparando a escrita e a apresentação de meus trabalhos e também do meu blog para ver as mudanças e a evolução positiva.
E agora que está chegando ao final do curso, ao mesmo tempo que vem o alívio e o orgulho da etapa e o desafio sendo vencidos, vem também a saudade de como será ficar sem a presença semanal das colegas e dessas professoras e pessoas maravilhosas em minha vida. Beijos de milhão, muita luz e paz no caminho e GRATIDÃO!!!
Ainda sobre a minha dificuldade sobre: TCIS (novas tecnologias).
Eu & as novas tecnologias
Eu ainda me sinto com dificuldade com novas tecnologias, ainda um pouco uma analfabeta digital, com medo de fazer as coisas erradas e de trancar a máquina. Porém, um pouco menos temerosa e mais corajosa. Pois ao longo do curso, fui perdendo esse "medo" e aprendendo novos recursos e usos para a tecnologia digital. Porém, ainda assim procuro sempre inovar em minhas aulas e fazer uso das tecnologias para trabalhar melhor o conteúdo e fazer origem desse interesse dos alunos a nosso favor, para uma aprendizagem mais significativa.
Ainda assim, vou fazer a oficina de pbworks com a professora Mariângela paralela a prática de estágio, para relembrar e reforçar as aprendizagens do início do curso. Eu sei que não justifica, mas talvez explique o fato de eu demorar para realizar as postagens dessa disciplina. Mas o desafio continua e seguimos em frente. Gratidão pela paciência e dedicação professor Daniel e equipe.
Ainda assim, vou fazer a oficina de pbworks com a professora Mariângela paralela a prática de estágio, para relembrar e reforçar as aprendizagens do início do curso. Eu sei que não justifica, mas talvez explique o fato de eu demorar para realizar as postagens dessa disciplina. Mas o desafio continua e seguimos em frente. Gratidão pela paciência e dedicação professor Daniel e equipe.
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