sexta-feira, 28 de julho de 2017

Relatório final PPA

Começo esse trabalho, descrevendo como foi no início tensa e depois prazerosa essa proposta de trabalho. Mesmo eu já tendo experiência em projetos. Tanto que foi o foco da apresentação do meu workshop nessa semana.
            O desafio já começou por ser uma atividade em trio, e eu e minha colega Karen não estarmos com turma em sala de aula nesse momento. Nisso veio à proposta de realizar esse trabalho com a turma da colega Débora em Viamão.
            Mas o mais difícil e assustador foi à elaboração de um novo blog. Quando realizamos a última visita a turma na véspera da apresentação do trabalho, ao realizarmos a dinâmica do balão dos sonhos, senti o quão gratificante foi à interação e esse projeto com esses alunos.
            A pesquisa, o trabalho e/ou os projetos diferentes destes grupos iria continuar até o final deste semestre ou ano letivo, como fosse do interesse da turma.
            Sinto-me grata pela oportunidade, desafio e aprendizagens propostas e adquiridas com esse trabalho!
            “A leitura de mundo precede a leitura da palavra!”               
  Paulo Freire

            Atenciosamente: Luciane, 28/07/17.



Reflexão final sobre o trabalho em dupla do Blog


          Começo afirmando que gostei muito dessa atividade, mesmo ela sendo cansativa. Pois a realizei com a minha colega Débora Silva que admiro muito. Nós a fizemos ao mesmo tempo, já no início do semestre e toda de uma vez só (final de abril). Levamos dois dias nela, entre contatos e trocas por email, telefone e mensagens de celular e rede social. Utilizamos de todas as ferramentas disponíveis e possíveis para tal.
          Ao irmos à aula extra de tira dúvidas do semestre, pudemos mostrá-la para a professora Mariângela e a tutora Renata, sanando assim algumas inquietações e podendo reorganizar melhor o trabalho. Pois eu havia postado toda a atividade pronta já na primeira semana/vez.
          Quanto às postagens da colega, acredito que prevaleça a reflexão, já que ela tem mais facilidade para a escrita do que eu, como eu já havia comentado anteriormente, por ser ela formada em Letras.
          Enquanto nas minhas postagens creio que prevaleça a descritiva, pois sou melhor na oralidade do que na escrita. Ora por ser uma característica minha pessoal e ora por ser uma característica também, da minha área de formação (exatas / naturais), como bióloga.
          Mas assim, pude aprender mais, compreender e refletir mais sobre como é cada tipo de postagem. Tanto sendo explicado a mim pela professora, quanto comparando e observando o blog da colega. Acredito que agora vai começar a ficar mais fácil e clara à forma mais adequada como devo me apresentar no meu portfólio.
          Não usando características pessoais ou de formação, como desculpa e justificativa para expressão no blog. Estamos sempre aprendendo e nos aperfeiçoando, mas as nossas características como ser humano, único e individual sempre, ao menos, para mim irão prevalecer e ao menos devem sempre ser levadas em consideração. Esse para mim é o real papel como educadores: adaptar-se!
                                                                    Atenciosamente, Luciane.
                                                                    Guaíba, 28/07/17.
         
         

          

Rumo ao Eixo VI

Continuaremos a voar!!!


Workshop V

" A leitura de mundo precede a da palavra." Paulo Freire




   Procurei mais uma vez neste semestre, relacionar a realidade dos alunos com a minha prática, e também com estudos e reflexões do curso. Como comecei com essa turma de terceiro ano há pouco tempo, seguimos o projeto de jogos clássicos e antigos, feitos de materiais reutilizáveis com as famílias. Durante essa feira na escola pude constatar que apenas o nosso trabalho era um projeto científico em relação aos demais, que eram apenas projetos de ensino. Tentei relatar isso nos dez minutos da minha apresentação no Pead nessa quarta, 26/07/17. Espero ter conseguido passar a minha mensagem e me fazer clara, em tão pouco tempo. Já que sou melhor com as palavras faladas do que com as escritas. 

Abordagem 3

                      A escola como espaço de aprendizagens, descobertas e inovações do aluno e professor.


Como já vimos e vivemos ao longo da história da educação, há muito tempo o espaço escolar deixou de ser um mero transmissor de signos e códigos. E o professor um mero transmissor de conhecimentos, até porque não somos transmissores como rádios, enciclopédias ou até mesmo o Google.
Educar vai muito além de cópias, lista de conteúdos e avaliação por nota. O professor reflexivo existe, e graças à Deus vem se ampliando mesmo que na maioria das vezes o sistema não colabore e muito menos as políticas públicas educacionais. Mas sabe por que ainda existe esse bom professor?
Porque ser professor é dom, é paixão. É claro que nem por isso precisamos deixar de ser valorizado, ganhar um salário justo, e sim continuar fazendo um bom trabalho e a nossa pequena diferença. “Como já dizia Piaget: 50% da aprendizagem é cognição e 50% é emoção!” E é isso que eu sempre procurei estabelecer com os meus alunos, e estou tentando fazer na adaptação com essa nova turma.
A comunidade escolar em que estou trabalhando atualmente, não é necessariamente carente. É até um bairro com casas finas, ruas limpas e bem estruturados. Mas como toda sala de aula, temos alunos carentes que recebem bolsa – família, além de alguns com sérias dificuldades de aprendizagem.
Ainda não tomei ciência do PPP da escola e nem dos planos de estudos da série, apenas me ofereceram as diretrizes. Porque o PPP e o Pa estão sendo reformulados. Terei ciência destes após o recesso de inverno. Mas é claro que devemos levar em consideração a comunidade escolar e o PPP em muita relevância na prática da sala de aula, que por si só já é um hábito meu.
Ainda não tenho muito a relatar sobre as descobertas minhas e da turma, conjuntas ou não. Pois como já descrevi, ainda estamos em adaptação. Mas mesmo em tão curto espaço de tempo já venho observando o estabelecimento do vínculo afetivo, da cooperação mútua e da construção de pequenas, porém significativas aprendizagens.










Abordagem 2

      A escola do ponto de vista de um espaço de convívio, conflitos típicos da idade adulta e desafios na relação professor/aluno:


Quanto à escola como espaço de convívio nas relações interpessoais adultas, tenho sentido muita dificuldade e resistência em ser da grande Porto Alegre e trabalhar no Vale dos Sinos.
Já tinha ouvido isso de um colega aqui de Guaíba, Professor Doutor em História que leciona na Univattes, que sofreria hostilidade por parte da colonização alemã. Mas por incrível que pareça, isso não vem das crianças e nem de seus familiares. Vem dos colegas professores, dos gestores e também dos administradores.
Com o tempo, aprendi a lidar melhor com essa dificuldade. Infelizmente, não posso socializar com os colegas como gostaria. Apenas, posso ser eu mesma e usar a minha metodologia com os alunos e seus familiares.
Quanto à relação professor – aluno está tudo tranqüilo, dentro da normalidade da nossa conteiporaineidade. É nessas horas que me ponho como professor reflexivo (texto que amei), porque um professor reflexivo não se passa apenas na prática pedagógica ou metodológica. Mas também na reflexão da prática relacional, em um mundo que infelizmente está imerso na violência, no desrespeito e no desamor.
Ser professor nos dias de hoje, é mais do que ensinar códigos, e sim na formação e construção da autonomia, autoria da própria vida e sociedade, e formação do real sentido da palavra cidadania.
É claro, que das vivências da vida infanto-juvenil depende a formação da vida adulta. Mais importante que as redes sociais nas mídias de internet, estão as redes de aprendizagens que se dá também pelos jogos do Projeto Municipal da MindLab.
Quanto cheguei à escola, já próxima a II Feira de Iniciação Científica com o Projeto de Aprendizagem/Científico em andamento foi tranqüilo seguir desenvolvendo o mesmo. Tudo partira das crianças, desde a problemática sobre a questão do recreio na sala e dias de chuva. Até a construção dos jogos antigos e clássicos com as famílias. Ex: anel, cartas, dama, trilha, moinho, 5 Marias, argolas, etc.














  

Abordagem 1


1.      A escola como instituição pública, sua organização e gestão;

A Escola de Educação Infantil Particular que trabalhei no início deste ano letivo, no Bairro Menino Deus em Porto Alegre tem 27 anos de existência. Sua proprietária, diretora e pedagoga têm especialização em arterapia. Relatou-me que nesse período todo, passaram por ali aproximadamente três mil crianças.
É uma instituição bem diferente das públicas, não é de todo ruim, mas tem suas peculiaridades um tanto negativas, que não valem nem a pena ser relatadas, porque me entristecem como mãe, pessoa e educadora. Por tais motivos não quis duplicar meu contrato nesse local, mesmo minha carteira já estando assinada.
Era uma verdadeira escola gaiola (ainda fazendo referência ao texto de Rubem Alves), em que o trabalho pedagógico servia de enfeite aos pais, como mercadoria meramente comercial. Mesmo meu trabalho sendo apenas a tarde com o berçário, sendo responsável pela parte pedagógica do mesmo, não pude me envolver além da minha saída, por se tratar de pessoas de alto escalão e poder político na capital, sou apenas um café pequeno no meio disso tudo. Assim, decidi não ser conivente com a prática de alimentação às crianças e resolvi sair, porque isso me angustiava muito.
Após essa experiência, continuem com os atendimentos particulares em casa, mas que eram poucos. Assim como já relatei na introdução fui trabalhar em um mercado em Alvorada por um mês.
Fui chamada para o contrato em Estância Velha há poucos dias, ainda estou me ambientando com a rede municipal, que se assemelha com a minha vivência de NH. Estou gostando de novamente estar trabalhando com o terceiro ano do EF. Eu e as crianças estamos nos adaptando bem, eles possuem um déficit de aprendizagem, digamos assim devido a ter ficado 45 dias sem uma professora titular, apenas com suplências.
        Já tenho observado uma ampliação da Gestão Democrática, desde os meus 15 anos como professora da rede publica estadual do RS, comparada as redes municipais de Novo Hamburgo em que trabalhei por 4 anos e ao meu atual emprego em Estância Velha.
        Os municípios do Vale dos Sinos investem na formação continuada de seus professores de forma prazerosa e eficaz. O que mais me chamou atenção no meu pouco tempo em Estância Velha, foi a formação oferecida pela prefeitura municipal com os Jogos da MindLab, projeto Mente Inovadora que já fora aplicado no município em 2012.
        Nesta pequena cidade, tu já observas escolas novas, bonitas e bem cuidadas, preocupadas com a adaptação e a acessibilidade. Investimento na formação de seus educadores e de seus alunos. Este projeto: Mente Inovadora se utiliza do recurso dos jogos de tabuleiro, para desenvolver o raciocínio e a socialização.
        Ao longo deste segundo semestre, as crianças estudaram três jogos com um material de apoio e depois do período de jogo em sala; cada aluno ganhará um kit de jogo para ficar para si de presente e usar com a sua família.
        Sinto-me feliz de participar deste trabalho e observar que ao longo destes 25 anos em educação, mesmo em diferentes redes, a preocupação com o desenvolvimento das pessoas e do país ainda existe.
        Infelizmente, não posso dizer o mesmo sobre a GD da escola particular citada no início do trabalho e nem da outra que trabalhei por três anos em Eldorado do Sul. Acredito que mesmo sendo a escola particular, a gestão democrática possa existir e fazer a diferença.
        Retomando esta escrita após a primeira postagem, apenas acrescento como consideração final que minha escrita não é descontinua. Apenas não tenho como reescrever em todas as minhas sínteses o que ocorreu na minha carreira ao final de 2016. Como em cada semestre somos avaliados no whorkshop, por uma dupla de professores diferentes não tenho como retomar todo o ocorrido, simplesmente leia e acompanhe meu blog. Afinal, o blog é o maior trabalho e visor de nós no curso e é para isso que ele serve. E sim, procuro sempre relacionar os assuntos estudados no semestre, relacionando-os com a minha prática e também com a minha vida. Pois, para mim somos indissociáveis, tanto como pessoas como profissionais. Até mesmo, relembrando estudos e práticas de disciplinas de semestres anteriores.
       





Reflexões do semestre V parte 1

  Este semestre começou tranqüilo para mim, na condição de não estar trabalhando e assim, conseguir estar com as atividades em dia até o fim de maio. Após o caso da minha exoneração de NH relatado anteriormente, trabalhei apenas 45 dias numa escola de educação infantil particular em POA. Não quis permanecer lá por se tratar de uma escola gaiola, uma verdadeira prisão, algo que não aceito e nem me enquadro como ser humano e profissional. Refiro-me ao termo escola gaiola, de acordo com o texto de Rubem Alves: “Escolas asas, escolas gaiolas”, que trabalhamos no semestre passado. Também fazendo referência a minha crença e experiência como professora nesses 25 anos, pois sempre trabalhei em escolas asas, promovendo a autonomia, a autenticidade, a história e a independência de meus alunos.
Mas isso será relatado mais adiante, ao longo do trabalho. Sendo assim, sem emprego formal, com os alunos particulares escassos, fui trabalhar novamente na padaria de um mercado, após de mais de 20 anos como professora. Voltei a ser atendente de balcão e a assar pão.
Ainda bem que isso só durou um mês, pois fui chamada para o contrato de 20h pela PM de Estância Velha. Já não agüentava mais o ritmo acelerado do comércio, quase que sem descanso. O que me fez atrasar meus trabalhos a partir disso. Comecei a lecionar neste município dia 27 de Junho com um terceiro ano.
Ao menos deu tempo de fazer uma dinâmica presencial com as colegas do grupo de PPA na escola da Débora Silva em Viamão e de apresentar o trabalho de Psicologia sobre: Ansiedade no dia do meu aniversário, em 31 de Maio. Depois disso, devido ao trabalho perdi três aulas presenciais.
Também gostei muito do trabalho de análise do blog e da forma como foi proposta a confecção dessa síntese. Creio que a cada semestre consigo escrever mais e melhor.
Até pensei em desistir, mas gosto tanto do curso, da profissão que continuo adiante, como é do meu perfil. Agora é correr para colocar as pendências em dia, que até nem são muitas, aguardar a apresentação do dia 26 de Julho e o término das atividades das interdisciplinas no Moodle até 31.
Desde já agradeço a atenção e a compreensão pela situação aqui descrita.

Atenciosamente:


Luciane Scherer Santos

domingo, 16 de julho de 2017

A sabedoria do tempo!

Pra fechar o semestre: só poderia ser com ele, esse professor e naturalista tão sábio!



Só pelo recesso da escola e da faculdade!


Psicologia da vida adulta

Ansiedade!



Vale mais que mil palavras!


Considerações sobre o semestre V

  Este semestre começou tranqüilo para mim, na condição de não estar trabalhando e assim, conseguir estar com as atividades em dia até o fim de maio. Após o caso da minha exoneração de NH relatado anteriormente, trabalhei apenas 45 dias numa escola de educação infantil particular em POA. Não quis permanecer lá por se tratar de uma escola gaiola, uma verdadeira prisão, algo que não aceito e nem me enquadro como ser humano e profissional.
Mas isso será relatado mais adiante, ao longo do trabalho. Sendo assim, sem emprego formal, com os alunos particulares escassos, fui trabalhar novamente na padaria de um mercado, após 20 anos como professora. Voltei a ser atendente de balcão e a assar pão.
Ainda bem que isso só durou um mês, pois fui chamada para o contrato de 20h pela PM de Estância Velha. Já não agüentava mais o ritmo acelerado do comércio, quase que sem descanso. O que me fez atrasar meus trabalhos a partir disso. Comecei a lecionar neste município dia 27 de Junho com um terceiro ano.
Ao menos deu tempo de fazer uma dinâmica presencial com as colegas do grupo de PPA na escola da Débora Silva em Viamão e de apresentar o trabalho de Psicologia sobre: Ansiedade no dia do meu aniversário, em 31 de Maio. Depois disso, devido ao trabalho perdi três aulas presenciais.
Também gostei muito do trabalho de análise do blog e da forma como foi proposta a confecção dessa síntese. Creio que a cada semestre consigo escrever mais e melhor.
Até pensei em desistir, mas gosto tanto do curso, da profissão que continuo adiante, como é do meu perfil. Agora é correr para colocar as pendências em dia, que até nem são muitas, aguardar a apresentação do dia 26 de Julho e o término das atividades das interdisciplinas no Moodle até 31.
Desde já agradeço a atenção e a compreensão pela situação aqui descrita.

Atenciosamente:

Luciane Scherer Santos



Trabalho de análise do blog em parceria

Análise consolidada

                   Sobre as minhas postagens no blog ou portfólio, costumo fazer postagens curtas, às vezes as deixo acumular, pois ainda sinto que tenho dificuldade em relatar e descrever minhas idéias e opiniões.
                   *Observação: entrei no curso no eixo 2.
                   No início, eixo 2 comecei pelo vídeo de apresentação de história: “Ser professora”, seguido de um resumo da minha trajetória na educação como profissional.
                   As primeiras postagens são descritivas, mensagens de educadores com os quais me identifico e algumas cópias ou relatos de atividades de estudo ou de aplicação do curso.
                   Já no eixo 3, comecei a postar mais reflexões e questionamentos. Costumo também colocar muitas fotos das atividades e experiências realizadas com as crianças. Neste semestre, as postagens, a meu ver, foram melhorando e ficando mais elaboradas, pois as disciplinas deste semestre foram muito dinâmicas, ligadas e motivadoras. Pude relatar questionar mais a minha prática pedagógica, acompanhada com a descrição e fotos do Projeto de Aprendizagem desenvolvido: “O que o bicho comeu?” com a FE4B.
                   Infelizmente, no eixo 4 como fui exonerada, tive tempo para deixar as atividades  em dia. Porém, toda vez que me propunha a escrever no blog e lembrava pelo que estava e ainda estou passando, me bloqueava e começava a chorar.
                   Me propus a escrever isso no início de 2017 e o fiz. Porque durante o 4º semestre coloquei muitas fotos do meu trabalho com as crianças e pensamentos de educadores, além de vídeos que demonstravam o meu sentimento nesta fase.
                   Mas mesmo assim, acho que venho me aperfeiçoando e ainda tenho muito a melhorar. Desculpe, muitas vezes uso uma imagem, porque elas valem mais do que mil palavras, quando a emoção e as lágrimas não permitem que eu escreva.

                                                                                                                 Atenciosamente:
                                                                                                     Luciane Scherer Santos, 30/04/17.