terça-feira, 31 de julho de 2018

Minhas reflexões sobre a leitura do texto de Regina Hara sobre Paulo Freire

            Começo a minha reflexão, a partir deste trecho do texto dado:
“O processo de aprendizagem é dinâmico e ativo. Quando aceitamos que o homem seja sujeito na compreensão do mundo, aceitamos que também o seja na construção do seu conhecimento sobre a escrita, uma parcela do conhecimento social. Paulo Freire entende alfabetização como um ato de conhecimento, no qual "aprender a ler e escrever já não é, pois, memorizar sílabas, palavras ou frases, mas refletir criticamente sobre o próprio processo de ler e escrever e sobre o profundo significado da linguagem.”

A construção do conhecimento, da escrita e da linguagem se dá não pela leitura da palavra e sim pela leitura de mundo e de sua significância. Daí tantas vezes aparecer ao longo da leitura dada e dos vídeos anteriores as citações das ideias, estudos e práticas pedagógicas de Paulo Freire, como o tema gerador por exemplo.
Não me atenho de forma alguma a apenas a representação do signo da palavra, mas sim no seu significado no cotidiano e na bagagem de cada educando da EJA. Isso vai muito além dos estudos de Emília Ferrero na construção da linguagem escrita. Aprofunda-se e contata-se que aquele que lê e escreve tem um papel social e mais politizado, não político e nem manipulado.
Além de ser mais fácil de aprender e estudar com o que se vive, nossas construções e relações com o nosso mundo aumentam, se fundamentam e também em especial se flexibilizam. Porém, isso aos nossos governantes não deve ser nada bom, porque povo que lê, que aprende e que estuda, também questiona a sociedade e principalmente o governo.
Talvez seja por isso que no nosso país o investimento em educação e nos professores seja tão inferior ao resto do mundo. Dá até para relacionar um pouco com o nosso hino rio-grandense: “Povo que não tem virtude acaba por ser escravo.”! Somos escravo da língua e assim por si só, do pensamento e das atitudes também.
           Há alguns anos atrás eu seria radicalmente contra os estudos e citações de Paulo Freire, por considerar que sua pregação fosse apenas radicalismo e exploração política. Mas ao longo do curso e como vimos no texto dado, suas citações e obra foram e são indispensáveis ao atual pensamento sobre educação no Brasil e no mundo. E ao longo do curso, dos meus trabalhos, estudos e postagens vi que em muito suas ideias e ideais também são meus. Porque temos essa mania de brasileiro de valorizar o que é de fora. Que bom que temos um professor e pensador em educação desse nível que nos representa perante a tantos outros de fora que estudamos a vida toda como professores. 

Mini dicionário de Paulo Freire


Neste semestre os trabalhos das disciplinas de EJA & Linguagem, ambas ministradas pela professora Aline, fizeram toda a diferença. Mais uma vez, as disciplinas e conteúdos ministrados por ela se encaixaram em cheio na nossa vida, gosto e prática pedagógica. Parabéns e gratidão professora Aline!

Educação Bancária e Educação Problematizadora
Educação bancária é o processo educativo no qual visava à submissão para um determinado tipo de comportamento no qual o sujeito era tido como fora de sua realidade de um sujeito acabado sem qualquer perspectiva de visão crítica no âmbito escolar. A educação bancária tinha como objetivo indivíduo passivo das suas atitudes
Para Freire “A educão bancária, nesse sentido, repercute como um anestésico, que inibe o poder de criar próprio dos educandos, camuflando qualquer possibilidade de refletir acerca das contradições e dos conflitos emergentes do cotidiano em que se insere a escola, o aluno”.
Já a problematização tem por vias a inserção da criticidade e problematização das coisas tornando o sujeito apto para o meio social no qual convive. É onde ele tem o conhecimento da realidade com boas práticas de política e diálogo, somente através dessas práticas irá ser capaz de fazer críticas. Para Freire (1996, p. 28), a educação problematizadora consiste na "força criadora do aprender de que fazem parte a comparação, a repetição, a constatação, a dúvida rebelde, a curiosidade não facilmente satisfeita".
É importante ressaltar que a educação bancária é um retrocesso no ensino e o professor deve repensar suas práticas pedagógicas. O docente deve procurar novas práticas de ensino possibilitando assim o ensino-aprendizagem dos seus alunos através do diálogo para futuros cidadãos críticos e autocríticos.

Diálogo e Dialogicidade
Com palavras de Freire “o diálogo implica uma práxis social, que é o compromisso entre a palavra dita e nossa ação humanizadora. Essa possibilidade abre caminhos para repensar a vida em sociedade, discutir sobre nosso ethos cultural, sobre nossa educação, a linguagem que praticamos e a possibilidade de agirmos de outro modo de ser, que transforme o mundo que nos cerca”. Então cabe elucidar que o diálogo é um ato humano no qual não é somente usando para obter algo ou algum resultado. É através do diálogo que conseguimos ter uma fala com os alunos justa e igualitária para todos, Freire usa as seguintes palavras para o diálogo “Educação Libertadora” com novos saberes. Com isso, nasce a dialogicidade que são os processos metodológicos para o ensino aprendizagem do indivíduo.

Emponderamento
Os autores Freire e Shor (1986), já no início alertam para os equívocos com a palavra e ao que seu significado pode conduzir. Empoderamento nesse caso, não se refere a dar poder a alguém, mas sim a se ter autonomia e independência na individualidade. E se ter o poder de se colocar perante aos demais com sua personalidade, respeitando o próximo e a sua comunidade. O Empoderamento não é egoísta, e sim pelo bem comum. É impossível ser livre, se não se tem consciência da realidade. E isso vai muito além dos muros da escola. A educação tornou-se multicultural e ecológica, e estendeu-se para a cidade e o planeta.
Num encontro em Genebra, Paulo Freire com o filósofo Ilan Illich em 1974, debateram as críticas da escola tradicional e a burocratização da instituição escolar frente à libertação coletiva e o redescobrimento da autonomia criadora. O filósofo Illich não encontra futuro e otimismo na escola, já em Freire sim. A escola pode mudar e ser mudada, de forma política e pedagógica.

Ler e Leitura
O ato de ler é evidenciado na leitura de mundo nos rações políticas, pois não basta somente ler um texto deve-se compreendê-lo criticamente. Isso tem relação direta com a leitura de mundo. Vinculado a alfabetização de adultos. Na obra Pedagogia do Oprimido, escrita no exílio no Chile, em 1967 dedica-se em especial a leitura do processo de alfabetização, em especial ao de adultos.
Trata-se da importância do ato de ler, em que o autor explicita a sua compreensão crítica e suas relações com a leitura da palavra, do mundo e da alfabetização de adultos. A importância do ato de ler por Freire, dar-se-á também por uma leitura e posicionamento político. Quando ele denomina “palavramundo” (Freire, 2001, p.12), contudo não se refere a um mundo vasto e distante, mas sim dos seus arredores, do seu chão e dos seus valores. Exemplo em que ele conta da sua própria alfabetização em 1920: “Minha alfabetização não me foi nada enfadonha, porque partiu de palavras e frases ligadas a minha experiência, escritas com gravetos no chão do quintal.” (Gadotti, 1996, p.31).
Assim Freire, desenvolveu a alfabetização por temas geradores, que serviu de inspiração a Brandão (2001) a escrever o livro: “História do menino que lia o mundo.”.

Leitura do Mundo
A leitura de mund precede a leitura da palavra. Do que adianta decifrarmos e decorarmos códigos se isso não ter significado e relação com a nossa vida, cotidiano ou meio. A leitura de mundo e da palavra é, em Freire, direito subjetivo, pois dominando os signos e sentidos, nos humanizamos, acessando mediações de poder e cidadania.
No livro a Pedagogia do Oprimido vê se que ninguém lê o mundo isolado. Os oprimidos, em comunhão, asseguram-se para não se deixarem ser transformados em coisas.             Ler a palavra é lê-la como corpo consciente molhado por uma história vivida num experimentado real de mundo. Não podemos nos acomodar e aceitar as ideologias, como um “prato-feito” por nossos opressores.
Se nossa humanização depende da leitura do mundo, essa humanização da palavra só se completará na luta da classe trabalhadora, sem fatalismos. Há um papel pedagógico e político nesse processo. O pedagógico é aprender a ler o seu mundo, nele e com ele; já o político consiste em fazer escolhas e saber posicionar-se.

Alfabetização
A alfabetização é um ato de amor não é algo mecanizado da memorização, provem do meio no qual o aluno esta inserido, pois é a partir deste contexto que se consegue ter o diálogo. Para que se tenha esse diálogo boas práticas educativas devem ser norteadoras.
Ensinar não é transmitir, mas estabelecer condições para sua construção, sendo que quanto mais crítico for este processo (ensinar e aprender) tanto mais se amplia a vontade de saber, a curiosidade epistemológica diante dos desafios que o mundo apresenta. (Borges. Pág. 34. S-D).
Então a leitura de mundo deve ser valorizada desta forma a práxis será transformada e compreendida na alfabetização do educando. As situações corriqueiras deles devem fazer parte central dos ensinamentos, assim aprenderam brincando com o seu cotidiano.

 Componentes: Débora Costa de Borba Silva & Luciane Scherer


Referências
Verbetes do Dicionário Paulo Freire. STRECK, Danilo R; REDIN, Euclides Redin, ZITKOSKI, Jaime José. Dicionário Paulo Freire. Belo Horizonte: Autêntica Editora. 2016. 3a edição

Analisando a didática



A preocupação com a forma de ensinar para que se tenha sucesso é antiga (1592-1670), que atende até hoje em pontos e objetivos principais: a consideração do aluno, a ensino igual para todos, a realismo do ensino e a importância que Comênio atribui ao bom relacionamento entre professor e aluno como fundamento para a aprendizagem do aluno. Pontos importantes, que nós como professores e eu como o tal levo consideração no processo de ensino-aprendizagem. Assim, como já lemos em outros autores como Piaget e Freire que a afetividade está diretamente ligada a aprendizagem.





As quatro propostas


Como é essa escola? 

"Decidi e escolhi postar este trabalho, porque a história contada nele me lembra em muito uma reunião de professores, um conselho de classe e/ou até mesmo as conversas do cotidiano de uma sala de professores. Como me lembra o ex professor Diogo Almeida que faz atualmente stand up."
         

Na situação da escola proposta na cena para o referido trabalho, temos diferentes tipos de professores em relação às propostas de trabalho, assim como também temos na realidade da nossa escola. Já na primeira lida da cena, identifiquei características das linhas pedagógicas estudadas ao longo do curso e relembradas no resumo de estudos para hoje. No contexto da sala de professores dessa escola junto a equipe diretiva para discutir as dificuldades dos alunos e os índices oficiais de avaliação vários se manifestam:
1. A primeira professora: Orquídea salienta em sua fala que elabora excelentes aulas, faz boas exposições e considera que esses alunos de hoje em dia não querem estudar. A minha primeira impressão e relação com os textos estudados é que esse encaixa com: “A maquinaria escolar”. Pois trata da aula expositiva, método tradicional, pedagogia diretiva que tem o professor como o centro do saber e das aprendizagens. Vejo pontos em comum da fala da professora Orquídea com a do professor Cravo e do diretor Antúrio.
2. A segunda professora: Margarida relata que opta por trabalhar com desafios, acha que os alunos aprendem mais. Ela trabalha de uma forma nem tão dependente que se encaixaria mais na pedagogia não-diretiva, em que a aprendizagem não depende diretamente do professor. Ela diz que enquanto os alunos trabalham nos grupos passa esclarecendo dúvidas, fazendo questionamentos e no fechamento apresentam as idéias e propõem soluções ao que foi trabalhado. Tende a mesclar a metodologia da escola democrática aliada ao construtivismo. Creio eu, que ela está no caminho por que tem segurança, objetivo e interesse, não receia o novo tem coragem! Esses ambientes ou espaços de ensino colocam os jovens estudantes e as suas vozes como os atores centrais do processo educacional, em cada aspecto das operações da escola, incluindo aprendizagem, ensino e liderança. Os adultos, professores são pedagogos e facilitadores que participam do processo educacional auxiliando nas atividades de acordo com os interesses dos estudantes que as escolheram. Já quanto a relação da fala e prática dessa professora aliada a Escola Democrática temos o Construtivismo; é uma tese epistemológica que defende o papel ativo do sujeito na criação e modificação de suas representações do objeto do conhecimento. O termo começou a ser utilizado na obra de Piaget e desde então vem sendo apropriado por abordagens com as mais diversas posições ontológicas e mesmo epistemológicas. Caracteriza-se de forma negativa pela rejeição ao objetivismo pois defende que o objeto não determina completamente em um sujeito supostamente passivo as representações que este tem dele. Aliada também a essas práticas temos também o empirismo: O empirismo é caracterizado pelo conhecimento científico, quando a sabedoria é adquirida por percepções; pela origem das ideias, por onde se percebem as coisas, independente de seus objetivos ou significados. O empirismo consiste em uma teoria epistemológica que indica que todo o conhecimento é um fruto da experiência, e por isso, uma consequência dos sentidos. A experiência estabelece o valor, a origem e os limites do conhecimento. Práticas essas muito semelhantes citadas pela professora Margarida e também por mim.
3. A terceira professora: Rosa diz que considera que o professor deve escutar seus alunos, saber suas dificuldades e interesses. Eles definem o que vai ser trabalhado em aula, eu nem me meto (o que é estranho, triste e desinteressante). Pode parecer bagunça, mas as crianças precisam de liberdade de expressão. A meu ver tende a ser uma metodologia de educação libertária e/ou popular meio perdida na proposta construtivista sem um por que algum ou objetivos definidos. Parece que com esse tipo de trabalho quer demonstrar ser a professora boazinha ou moderninha. Essa situação lembra o início dos anos 90 quando o construtivismo chegou ao Brasil e como às idéias de Paulo Freire, não se sabia muito bem o que fazer e foram apenas fazendo. Diferentemente de hoje, em que fomos estudando, discutindo e testando as possibilidades e metodologias que mais se encaixam em nossa realidade escolar.
4. O quarto professor: Cravo diz que tem uma grande diferença do planejamento da escola pública para a particular (situação em que me encontro na atualidade), infelizmente a maioria das escolas particulares engessa o trabalho do professor, e eu estou tendo que recuar e me readaptar, o que me frustra grandemente. Relata que se aplicar a proposta da particular na pública nenhum aluno será aprovado. Na verdade, parece que não está preocupado com a aprendizagem doa seus alunos, apenas com os índices de aprovação e a lista de conteúdos cumprida. Esse tipo de professor ainda é muito comum, como a professora Rosa. Um age melhor na escola particular porque é mais bem pago e exigido por isso, já a outra procura colocar novidades na sua práxis pedagógica sem entendê-las muito bem, anda com o embalo da carruagem, atua sem saber por que, apenas por que tem que mostrar serviço. Temos muito professores, que ainda agem assim apenas “dão aula”, por que recebem no fim do mês, sem mais esforços, considerando o magistério algo menor ou mais fácil (até parece que é verdade).
5. O Diretor Antúrio: salienta que está preocupado com a disciplina na escola e com os índices de aprovação. Diz que: “o professor precisa ter o controle da turma, ele fala os alunos atendem. A escola sempre existiu e para as novas gerações o que se espera dela é que os conteúdos sejam dominados e os alunos disciplinados. Esse diretor age ainda como na época descrita no texto da maquinaria escolar, em que a escola serviria apenas para a produção em massa de trabalhadores braçais não preparados para questionar o sistema. Muitas equipes diretivas, escolas e professores ainda agem dessa forma, teoricamente, por dar menos trabalho e por atender aos interesses dos empresários e políticos mesmo nos tempos de hoje.
Ao que se contrapõe que foi escrito no texto da Maquinaria escolar, pois a escola que temos hoje foi criada em média há um século. A escola foi criada com o intuito de formar a socialização de crianças de classes populares. O Cônego Giginta, numa perspectiva de aplicação de teorias de Vivis, afirma que além de adestrar aos meninos pobres para um ofício e para ler, escrever e fazer contas. É claro com a intervenção da igreja, como o exemplo do RS. Já nas universidades há uma diferença, porque lá estudam os filhos da burguesia e o pensar e a criticidade seriam o foco, como assinala Durkhlein. Isso acontecia e ainda acontece devido aos interesses políticos e dos mais poderosos.

“Seria uma atitude muito ingênua esperar que as classes dominantes desenvolvessem uma forma de educação que permitisse às classes dominadas perceberem as injustiças sociais de forma crítica”(Paulo Freire, 1992).

Como temos uma sintonia e interligação nas colocações dos três professores: Orquídea, Margarida e o Diretor Antúrio, amos lembram a escola tradicional a práxis da pedagogia diretiva da maquinaria escolar do século passado ainda vistas, em muito, na atualidade. Mesmo ainda à moda antiga estes profissionais sabem o que estão fazendo e estão seguros desse caminho.
Na fala da professora Margarida encontramos a pedagogia não- diretiva, em que o professor não é o centro e sim o orientador da aprendizagem. Essa professora está mais segura de sua prática metodológica e acredita que essa proposta agrada e incentiva os seus alunos (e eu concordo com ela). O que se relaciona com uma tentativa de empirismo na sua prática pedagógica.
Já a professora Rosa me parece confusa, insegura, perdida e desconectada com a aprendizagem real e significativa de seus alunos. Ela está ali porque esta apenas. Tenta aplicar o Construtivismo sem sabem exatamente como e por que. Acredita que se orientar seus alunos estará descaracterizando o construtivismo e desagradando os educandos. Ela tenta implantar a proposta de uma escola democrática sem saber exatamente como e sem objetividade.

Referências bibliográficas:

BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e Realidade, Porto Alegre, p.89-96, 01 jun. 1994. Semestral. 19(1). Disponível em: <https://pt.scribd.com/document/260250772/BECKER-Fernando-Modelos-pedagogicos-e-modelos-epistemologicos-2-pdf>. Acesso em: 10 abr. 2018.


MACEDO, Lino de. O Construtivismo e sua função educacional. Educação e Realidade, Porto Alegre, p.25-31, 01 jun. 1993. 18(1). Disponível em: <https://www.ufrgs.br/psicoeduc/piaget/o-construtivismo-e-sua-funcao-educacional/>. Acesso em: 10 abr. 2018.


TOSTO, Rosanei. Escolas Democráticas Utopias ou Realidade. Revista Pandora Brasil, ISSN 2175-3318. v. 4. 2011. Disponível em: <http://docplayer.com.br/7270548-Escolas-democraticas-utopia-ou-realidade.html>. Acesso em: 10 abr. 2018.


VARELA, Julia et al. A Maquinaria Escolar. Teoria & Educação, São Paulo, n. 6, p.68-96, 1992. Disponível em: <https://pt.scribd.com/doc/70553618/Julia-Varela-e-Fernando-Alvarez-Uria-Maquinaria-Escolar-1>. Acesso em: 10 abr. 2018.



domingo, 1 de julho de 2018

Até quando o conhecimento será dividido em gavetas?

É claro que precisamos de especialização e estudo, mas ao mesmo tempo necessitamos de deter de conhecimentos mais gerais e amplos de forma integrada. é como diria aquela frase de Cid Cercal:
"É preferível saber poucas coisas muito bem a saber de muitas coisas muito mal."
E isso vale muito na construção das nossas aprendizagens como seres humanos, e especialmente como cidadãos críticos.


Fonte: Harper, Babete et al. 
Cuidado escola! SP: Brasiliense, 1980.