sábado, 28 de dezembro de 2019

Boas festas e boas férias! Fui, partiu TCC!



Fechamento!

   Achei que eu ia desistir do PEAD ou que ele fosse desistir de mim, mas estamos juntos. A maioria das colegas se formou em setembro/19, as outras serão em fevereiro/20 e eu em julho ou agosto de 2020. Ao menos, não me senti tão sozinha quando encontrei algumas colegas na reunião ou pelos grupos de whatts up, em especial nas aulas de artes na FACED. Agradeço a todos dentro da universidade que me ajudaram, especialmente a Giane pela atenção e paciência; e a minha orientadora Tania Marques que vai me acompanhar mais um pouco. #Gratidão #vemtcc #vaiterformatura

O nono semestre parte 2 (2019/2): o TCC

   Eu já havia postado um tópico com um título semelhante, parte 1: em que relatava sobre o meu estágio, a minha ansiedade, as minhas dificuldades de escrita e o meu TCC. Agora com as ideias na cabeça e um pouco no papel, pois tive ideia sobre a minha justificativa de temática vindo para casa do trabalho dirigindo. Isso é uma evolução, pois costumo ter ideias lavando louça. E foi bom deixar para depois essa finalização, porque usamos outros jogos com a mesma turma nesse ano letivo, como quinto ano. O que diferenciou um pouco foi também a chegada de 2 alunos novos. Também trabalhei a cultura dos jogos em matemática com os anos finais. Além de ter feito outros estudos, cursos e tido outras experiências ampliaram a minha base para uma escrita melhor do meu tão afamado e temido TCC (que parece que estou parindo um filho de fórceps).

Relembrando o nono semestre: o mais longo de todos!

   O meu nono semestre foi o mais longo de todos, porque durou um ano. No início do ano letivo eu estava trabalhando 44h semanais na escola, com muitas turmas, planejamentos e turnos diferentes. não consegui realizar as atividades da faculdade devido ao trabalho, comecei a ficar doente e ainda tive outros problemas pessoais. Me sentia desanimada e incapaz e por isso, senti a necessidade de desacelerar assim deixei as duas disciplinas pendentes para esse final de ano, nas minhas férias. E para 2020 a finalização e apresentação do meu TCC. Para daí então a formatura. Aprendi com o tempo, a idade e a maturidade que desacelerar é bom; e se não há pressa por quê não?!

Relembrando o oitavo semestre: o estágio.

   Como eu já havia citado antes, o sétimo semestre foi uma preparação para o estágio. A gente costuma pensar que a prática do estágio deve ou vai ser diferenciada da nossa práxis costumeira. Do tipo vamos soltar fogos ou fazer piruetas, mas na verdade assim não funciona sempre, nem por material e nem pelo trabalho em si. Pecisamos seguir o conteúdo e um planejamento com algumas atividades diversificadas para deter a atenção das crianças e promover uma aprendizagem mais significativa. Mesmo eu trabalahndo numa escola mais formal, tivemos muitos momentos de destaque, mas nada que fuja a minha prática normal. Não sou uma pessoa de enfeitar a realidade para agradar ninguém. A minha turma não era muito simples e mesmo assim gostaram do meu trbalho e eu continuei com eles, nesse ano letivo de 2019.

Retomando o sétimo semestre!

   O que mais me lembro do sétimo semestre era a ansiedade sobre o estágio, mesmo que fosse na minha turma e na minha escola. Por ser uma escola particular, que segue formalmente os livros didáticos e por ser pela UFRGS desta vez, sentia um peso e uma responsabilidade devido as formalidades e prazos a serem cumpridos. 
   Consegui fazer os planos no semestre a serem apresentados, a professora gostou do trabalho e da minha postura nas aulas visitadas. Passei o mês todo de janeiro de 2018 finalizando o meu relatório e os únicos ajustes solicitados pela orientadora foi quanto aos tempos verbais e as referências. No final, meu conceito foi A, e eu fiquei espantada, envaidecida e imensamente agradecida. E, talvez por isso tenha me procrastinado tanto para o tcc.

Retomando a segunda metade do curso: o sexto semestre!

   Conforme solicitado pela tutora, venho novamente relembrar e comentar esse semestre. Mesmo que no início do ano letivo já tenha feito isso, junto com todo o curso. Isso se torna para mim, cansativo, repetitivo e doloroso pela situação que passei na época e que ainda não se resolveu (assunto não será mencionado).
   Ao menos esse semestre se passa no final de 2017, pois o meu sufoco foi em 2016. Nesta época trabalhei como contratada em Estância Velha com os anos iniciais, tinha um 3o ano. Foi uma das melhores redes de ensino que já trabalhei nesses 27 anos de carreira no magistério. Foi a única escola em que ouvi a diretora dizer que podia pegar o material que precisasse no armário ou se fosse outro material era só pedir que ela compraria. Lá o CPM funciona e a prefeitura também tinha contratado os jogos e a formação de professores da Mindlab. Pena que o contrato não continuou e o MP madou nos demitir por ter excedido a lei de responsabilidade fiscal ao nos contratar e ao orçamento do município pela contratação da Mindlab. Sendo que a escola que eu trabalhei foi vice campeã nacional em 2018.
   Nessa mesma época estávamos pondo em prática os projetos de p.e e p.a, mas não pude criar um nosso porque já tinha um em andamento na turma dado pela escola, que era sobre a construção de jogos e brincadeiras clássicas infantis feitos pelas crianças com materiais reutilizáveis (algo que eu fazia desde o meu curso normal, também como bióloga e psicopedagoga), e que costumo realizar com minhas turmas de anos iniciais (onde também aprendi muito com as minhas turmas de E.I), usei no meu estágio e fará parte do meu tcc, que será sobre a aprendizagem matemática através de jogos de tabuleiro (e que eu uso na atualidade com as minhas turmas).
  E isso aconteceu de forma natural e integrada, como costumam ocorrer na minha vida!



sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Meu desabafo sobre a arte.


O início da minha escolarização em arte não foi muito diferente dos citados nas leituras ou vídeos. Apesar de eu amar ir à escola já no jardim de infância, não pude concluir esse ao letivo porque minha avó me super protegia e não deixava eu ir a escola, porque ficava doente. Mas as minhas lembranças do meu jardim, na época de 5 para 6 anos, no início dos anos 80 eram boas; minhas professoras costumavam a trabalhar as folhas mimeografadas prontas, e também trabalhos em grupos com construções e pinturas com materias diversos e tintas. Até tínhamos alguns desenhos livres.
Já nesse tempo tínhamos a implantação dessa arte tecnicista, padronizada. Nos meus anos iniciais foram só folhinhas prontas, o que me levou a acreditar e interiorizar que eu não sabia desenhar, que a arte não era para mim, que eu não tinha dom, pois não seguia aquele padrão de perfeição. Isso nos causa frustração e inibição.
Nos meus anos finais tive como professora de artes a minha professora de ciências (falta professor de artes, coloca-se aquele que precisa completar carga horária, até hoje é assim). Já na 1ª aula da 5ª série ela “brigou” comigo porque eu não sabia desenhar direito e nem usar a régua (uma vergonha, na frente de todos).
Depois no E.M ao cursar magistério, não conseguia fazer nada livre, nem me arriscava, nem na pintura; só usando moldes (tenho a pasta até hoje). Lembro-me que quando no 3º ano, fui chamada atenção pela professora (que era de educação física, mas dava artes porque era artesã), por um cartaz de aniversário com um palhaço, em que ela disse como eu teria coragem de usar tal lixo como cartaz no meu estágio (isso perante 35 colegas). Ao menos, foram professoras como essas que me ensianram mesmo na dor, o tipo de professor que eu não seria. Mas as marcas são profundas, ficam na alma até hoje, pois não é a toa que as relato aqui (ufa). Desculpe pelo desabafo, tentei ser suscinta, por mais espantoso que pareça foi doloroso relatar esses acontecimentos aqui.
Onde a minha vida foi melhorar? Onde os meus traumas começaram a passar? Quando em 2013 fui trabalhar na educação infantil, onde fiquei por 4 anos. Amei tudo de bom que vivi lá, guardo esse aprendizado e esse olhar sobre a arte e o desenvolvimento dos pequenos sempre comigo, com  muito carinho e saudade. Foi uma época de paz e muitas construções e ressignificações na minha vida e carreira.
Tudo o que não aprendi como aluna nas escolas sobre arte, aprendi com meus alunos fazendo arte. Especialmente nas nossas pinturas e lambanças. O fato de construir na educação infantil, utilizar elementos diversos e seus reusos (coração da bióloga aqui), fiz minhas paes com a arte. Ao longo da vida, nos últimos tempos procurei visitar exposições, museus e as bienais, que tanto curto.
Ao cursar essa disciplina no final do PEAD  e acompanhar o trabalho da professora Susana pelas redes sociais, percebi que estou indo no caminho certo. Como ela disse na última aula presencial, que arte não é sujeira, que devemos cuidar as palavras que usamos, pois mesmo indiretamente podemos ferir ou maquiar as ações e os sentimentos em torno da arte.
Ao menos, tentei não passar esse meu medo da arte na minha caminhada como professora, sempre falando aos meus pequenos que cada um tem seu jeito próprio de desenhar (outra face que a psicopedagogia, me deu). Ao finalizar esse texto, me lembro e remeto a duas citações:
“Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
                                                           Cora Coralina
“Antes de uma criança começar a falar, ela canta. Antes dela escrever, ela desenha. No momento que consegue ficar em pé, ela dança. Arte é fundamental para a expressão humana.’
                                                           Phylicia Rashad


domingo, 24 de novembro de 2019

E essa arte? O que é arte? O que ela representa para mim?

    Além da minha dificuldade em escrita, tenho outros desafios e bloqueios, como a teconologia e a arte. E neste semestre de 2019/2 tenho que realizar as atividades pendentes do semestre anterior, as quais não realizei e reprovei por falta de tempo e de entender o que era esse tal webfólio. Comecei há duas semanas a por em dias as atividades, leituras e vídeos das disciplinas de arte e a escrita desse blog. Como escrevi no início, não tenho dons de escritora, nem tecnológicos e muito menos artísticos. Mas ao trabalhar com educação infantil e ao assistir algumas exposições e bienais de arte pude ampliar e aguçar meu senso para a arte. Vi que ela não é apenas clássica, mas que pode ser ampla e não seguir padrões pré-estabelecidos. Percebi isso, também na prática com os pequenos e no reuso de materiais para atividades de arte na creche. Claro, que puxando pelo assado da bióloga aqui, usando o útil ao agradável na arte e na reciclagem, produzindo materiais muito lindos. E isso que é arte para mim, cada um fazer a sua expressão, sem moldes, de forma livre e alegre.

domingo, 17 de novembro de 2019

O nono semestre parte 1 (2019/01)

    Por vários motivos não realizei as atividades neste primeiro semestre do ano, dentre elas, estava trabalhando 44h semanais na escola, com 9 turmas, em 3 turnos e muitos planejamentos diferentes. Minha cabeça e meu corpo não estavam dando conta, eu estava entrando em colapso. Além do coração arrassado, consegui seguir com muita persistência e com auxílio de medicação. 
    A disciplina de artes para mim surgiu como um monstro de 7 cabeças, especialmente pelo webfólio que eu ainda tenho que aprender a fazer. Ao menos agora, conseguirei fazer a primeira atividade pedida.
     Ao menos não fui a única, não me senti tão sozinha quando vi que algumas colegas, e nem tão poucas assim tiveram dificuldades semelhantes as minhas e não se formaram em Setembro junto com o primeiro grupo. 
    Assim. mais calma conversei com a coordenação do curso e vi que poderia concluir o Seminário 9, no qual só faltava as 10 postagens desse blog e a bendita disciplina de artes em 2019/2 e o TCC em 2020/1, pois tenho janeiro das férias para escrever com mais calma. E agora segue o desafio da escrita...

Retomada no sufoco...

      Depois de muito tempo sem escrever e postar, em meio a muitas dificuldades pessoais e profissionais retomo a minha escrita por aqui, pelo blog. Às vezes, pensando em desisir pelo caminho, mas ao mesmo tempo pensando que falta tão pouco e que não sou e nem nunca fui dessas pessoas de desistir das coisas, dos sonhos, de deixá-las inacabadas ou não concluídas. 
      Mesmo tendo melhorado nas minhas escritas, reflexões e capacidade de síntese reflexiva, ainda me sinto incapaz e impotente perante a esse trabalho e ao acúmulo dos mesmos. Parece que tudo que faço nunca será bom o suficiente, que sempre atenderá em nível menor as expectativas dos outros, no ponto de vista da escrita e não da produção e da minha metodologia em sala de aula. Como costumo dizer, sou melhor falando, agindo   do que escrevendo. Mas ao mesmo tempo, sei que não somos perfeitos em tudo, cada um tem o seu espaço e o seu tempo de aprender. E que podemos melhorar e aprender com os outros, mesmo em espaços diferentes e que não deveria ser nada demais temer não "dominar" tudo!
          No semestre passado, refiz as reflexões sobre todo o curso a partir do blog e não apenas da metade como foi solicitado. E isso já foi para mim sacrificoso, pois fiz toda essa análise em apenas 2 dias. E agora devo rever essa metade a mais que já havia sido feita e reeditar e reavaliar, o que me trouxe  muita saudade, dor e emoção pela caminhada, pelas perdas, reflexões e aprendizagens do camninho!

terça-feira, 5 de março de 2019

Da caminhada e do esforço ficam as melhores lembranças!


   "A vida só vale a pena, pelas amizades e pessoas que conhecemos ao longo do caminho!"

Meu agradecimento e homenagem a todas as colegas, a tutora Giselda e a professora Tânia. E também a minha admiração ao professor Fernando Becker.

"Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si, mas sim saber que em algum lugar alguém zela por ti..." (Ana Villela).

domingo, 24 de fevereiro de 2019

A décima publicação do semestre 8 do PEAD: desabafo, reflexão e criticidade!

   Após reler e rever todo o meu blog em dois dias, escolher os posts, refletir e reescrever sobre eles (o que deu muito trabalho), considero ter pontuado os 4 primeiros semestres. Sendo que entrei na segunda turma, já com o curso em andamento assim, resolvi ponderar pelo início e depois fazer um parecer geral de toda minha trajetória e aprendizagens ao longo de todo o PEAD, desde 2015/02, pois não consigo segmentar meus pensamentos e nem trabalhar por pedaços. Pois, fiquei tão encantada e emocionada com a minha evolução e lembranças de acordo com as postagens. 
   Tenho total consciência e responsabilidade que fiz o melhor dentro do que entendi e aprendi. Fazer uma segunda graduação foi uma escolha minha, passar minhas férias de trabalho internada dentro de casa fazendo relatório de estágio (nem a Porto Alegre eu fui), também é um compromisso meu. E nem sempre quem por aqui escreve, posta ou se expõe "tão bem", será um bom professor na prática. Falam tanto em professor reflexivo, que eu creio ser ou ao menos tento; que fico pensando se um excesso de textos e leituras exaustivos, necessariamente nos muda na prática e em nosso íntimo.
   Ao final dessas postagens, ao receber o retorno me senti imensamente triste, pois fiz com tanta dedicação e empenho que parece que não foi de agrado. Eu estou com minha consciência tranquila, de coração apertado, meu blog e meus trabalhos são feitos por mim e por mis ninguém, isso deve ser valorizado. Mas sigo em frente, falta tão pouco! Quem sou eu, se nem Jesus agradou a todos, mas sou infinitamente, resiliente.
   Quer me conhecer mais, me acompanhe, converse comigo, veja todo o meu blog desde o início, acompanhe meus trabalhos ao longo do curso. Sou uma pessoa sensível, esqueço que nem todas as pessoas o são ou tem a empatia de se colocar no lugar do outro. #ficaadica

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Do oitavo para o nono semestre: o TCC!


   Ao longo do estágio, muitas questões importantes surgiram, porém as que mais se destacaram para mim e que pretendo continuar investigando no próximo semestre, para a escrita do TCC: é a aprendizagem matemática através dos jogos pedagógicos/matemáticos, juntamente com a socialização, ou seja, práticas diferenciadas, através da ludicidade no ensino-aprendizagem da matemática. Como essa aprendizagem se dá através do brincar, do jogo, dos limites. Creio que será mais fácil realizar essa pesquisa, pois no ano letivo de 2019 continuarei como titular dessa turma, então como 5º ano.
   Já vinha observando e testando o uso de outros métodos e jogos no ensino e estudo da matemática, desde o magistério, depois na minha especialização em psicopedagogia e também ao trabalhar 5 anos com a educação infantil e anos iniciais, em Novo Hamburgo e Estância Velha. Nessa última cidade, em 2017 tive a possibilidade e a formação por um projeto da prefeitura municipal, em trabalhar com os jogos da empresa Mindlab.
   Com essas experiências, vivências e práticas, acrescida das pesquisas que irei realizar conseguirei um trabalho rico e com bastante subsídios para o uso e a viabilidade dessa prática. Mesmo, uma colega me dizendo que esse é um tema difícil, me proponho ao desafio, pois o que me motiva é a pesquisa, a curiosidade e a descoberta que fazemos com os nossos alunos. Aceito indicações e sugestões de fontes de pesquisa para isso.
   Como já descrevi anteriormente, no relato reflexivo das práticas pedagógicas, pude aprender muitas coisas, mesmo depois de tanto tempo de magistério. Que bom que aprendemos sempre a cada dia, como diz essa frase:

Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
                                                                                              Cora Coralina

   Aprendemos a medida que ensinamos e para ensinar, testando as práticas, refazendo-as, ou não. Igual ao que descrevi na proposta de TCC, sobre os jogos, a socialização, ver aqueles meus 2 alunos que não liam em pleno 4º ano, lendo sozinhos próximo do final do ano letivo, se tornando independentes, autônomos no seu próprio tempo e jeito de ser. Por isso, me identifico com essas frases e me procuro usá-las na minha prática pedagógica e observação:

“Não importa se uma criança aprende devagar. O que importa é que nós a encorajemos a não desistir.”
                                                                                              Robert John Meehan

“Crianças são como borboletas dançando ao vento! Algumas voam rápido, outras voam pausadamente, mas todas voam do seu melhor jeito, porque cada uma é especial!
                                                                                              Inês Clímaco




Oitavo semestre: minhas reflexões sobre o estágio


       Meu estágio, começou oficialmente no dia 03/10/18, bem na Semana da Matemática. Como eu trabalho com essa turma desde 10/05/18, tive bastante tempo para observá-los e fazer diversas atividades, comumente umas deram certo e outras não. Assim fomos nos adaptando, sendo que o meu maior desafio ao assumir essa turma foi promover neles o interesse pelos estudos, o respeito mútuo, e principalmente, ajudar para os dois alunos que não liam fluentemente fazê-lo isso até o final do ano letivo, pois estão se dirigindo ao quinto ano. Como passei por 4 anos na educação infantil, pude compreender a importância do brincar na aprendizagem e na interação. Aproveitando isso, resolvi usar dos jogos pedagógicos e matemáticos, para promover um melhor raciocínio lógico-matemático, socialização e interação, além de relacionar as situações problemas e regras do jogo ao cotidiano e a aprendizagem matemática. Além de utilizarmos os jogos convencionais da sala, o material dourado, usamos grãos, tampinhas e jogos trazidos de casa. Como já havíamos começado essa caminhada, antes do meu período de estágio, a Semana da Matemática foi para a construção de um jogo de dama simples, com pesquisa de suas regras para levar para casa e jogar com a família. Desta necessidade e proposta surgiu minha ideia para o TCC, ou seja, a aprendizagem e as relações acerca dos jogos matemáticos.
 A segunda semana de estágio pegou exatamente a Semana da Criança. Essa semana até a quarta-feira foi normal, entre revisões e o estudo de frações, usamos as pizzas e bolos do lanche coletivo de quarta para trabalharmos, desenharmos e entendermos frações, e eles gostaram muito dessa atividade, além de ser deliciosa. Após a contagem de frações através dos lanches, a maioria deles me comentou que achou aprender frações fácil, bem diferente do que as outras pessoas diziam. Minha proposta ao trabalhar assim, foi desmitificar o medo da matemática, algo que era tão frequente na minha época de escola nessa idade.
     Na quinta-feira, dia 11/10/18, não tivemos aula regular e sim fomos de ônibus a um espaço na cidade chamado Hangar, onde tinha brinquedos plásticos de ar, cama elástica, lanche, sorvete. Mini sinuca, vôlei e pintura de rosto. Nem todos foram, porque era pago separadamente: 25 reais, além disso eu tenho famílias que não deixam as crianças participar de passeios.     
A metade da turma que foi, nem todos gostaram, disseram que preferiam ter ido ao cinema ou até mesmo ter ficado na escola para uma aula convencional ou brincadeiras e festas na própria escola. Eu, particularmente achei cansativo e o local não cumpriu o prometido da propaganda. Até as próprias crianças observaram e comentaram isso. Sendo que fomos com as turmas de anos iniciais da tarde, juntas.
             Nessa terceira semana, começamos pela terça-feira, pelo dia do professor, realizamos revisões dos conteúdos em geral, dando ênfase no andamento do conteúdo de história e geografia, que mesmo sendo os livros super. alinhados, mesmo sendo livros não regionais, ter apenas uma hora aula semanal para ambas as disciplinas dificulta muito o trabalho.
Não sou muito fã do uso direto de livros didáticos, mas sim eles como mais um material de apoio, prefiro um planejamento mais livre, mais a minha cara e da turma, mas como é uma exigência da escola e dos pais, por ser particular, infelizmente tenho que trabalhar assim. Creio, que o uso direto de livro didático engessa o planejamento e a aprendizagem, dificulta caracterizar os estudos a leitura de mundo que precede a leitura da palavra, segundo Paulo Freire, ou seja, trabalhar a realidade da comunidade escolar para uma aprendizagem significativa na formação de um cidadão crítico para a sociedade. Não tinha comentado nada ainda sobre as aulas de artes, especificamente, mas como cidadã, professora e bióloga procuro trabalhar a reutilização de materiais, nessa semana usamos ponta de lápis para complementar desenhos. É uma característica minha, que adquiri ao trabalhar na educação infantil, a trabalhar desenhos e arte livre, sem modelos ou desenhos prontos, algo que na escola particular não é bem aceito, mas sigo fazendo aquilo que acredito, apesar da resistência de alguns.
     Ainda nessa semana, comemoramos o aniversário de 11 anos da escola, onde foi pedido que todas as turmas trabalhassem a história da nossa escola e estudassem a vida e a obra da poetisa Cecília Meireles.
     No sábado, dessa semana (20/10/18), tivemos o Dia da família, pois não teremos mais a partir desse ano comemoração separada para mães e pais, devido as novas configurações das famílias. Tivemos um dia no Havaí Pesque e pague, na zona rural de Eldorado do Sul, onde tinha espaços de churrasqueira, campo de futebol, piscinas, pescaria, brincadeiras, apresentações, paintball e venda de galeto. Foi um dia lindo, agradável, ensolarado, inesquecível. Pretendemos fazer esse mesmo evento nesse local em 2019, pois as famílias amaram e acreditamos que tenhamos uma participação ainda maior em 2019. Este evento, com certeza atingiu o objetivo propostos.
Nessa quarta semana, temos o início dos preparativos do Halloween, porém estamos na Semana da Arte & Cultura, e na sexta no dia da pintura de tela, recebemos a primeira visita da professora Tânia. Foi uma semana bem tranquila, com as atividades dentro da normalidade, digo pelas características da turma. Acho que a senhora professora Tânia, pode perceber durante a sua observação na aula de arte com pintura livre, que nós temos uma rotina e combinados, para uma melhor dinâmica e organização, devido ao nosso espaço limitado na sala.
    Tanto eu, como as crianças estávamos ansiosos nesse dia. Eu devido a sua visita, pois não era observada desde o magistério, e as crianças ansiosas pelo trabalho da pintura em tela, que como a senhora pode ver fluiu lindamente e ficou lindo. Fiquei muito satisfeita com o resultado, e eles queriam pintar telas todas as semanas, desde então.
     Além disso, no sábado tivemos o Túnel do terror, a boate do terror, entre outras, onde a escola estava toda decorada para tal. Esse ano, o tema da decoração foi terror em Chernobyl. Eu participei apenas na decoração e na boate, depois de pronto não entrei no túnel (porque não teria condições, morro de medo, sou muito assustada e as crianças acham graça disso em mim), que estava distribuído pelos 2 andares superiores da escola. O ingresso por pessoa era de 10 reais e era aberto a toda a comunidade da cidade, não somente da escola.
            Nessa 5ª semana fizemos revisões das disciplinas e conteúdos en geral, e como terminamos o livro de ciências na semana anterior, pudemos estudar sobre os demais seres vivos que não estavam no livro, como o grupo importante dos animais, o qual fazemos parte.
     A medida que o fim do ano letivo se aproxima, estamos finalizando os conteúdos e atividades dos livros didáticos, o que me é exigido pela equipe diretiva e pelos pais, agora me causando até um certo alívio. Assim, posso trabalhar outros conteúdos e temas de forma mais livre e integrada, e mais de acordo com o interesse dos alunos e suas necessidades, o que eu prefiro, pois me possibilita um planejamento mais livre, menos engessado. Não que eu seja totalmente contra o uso do livro didático, muitas vezes ele se faz necessário como ponto de apoio, principalmente para aqueles alunos que ainda não tem acesso à internet. Mesmo sendo uma escola particular, algumas crianças não tem esse acesso à tecnologia, por incrível que pareça. Quanto ao planejamento com o uso do livro didático, até durante o semestre de 2018/01 em que estudamos didáticos compartilhei essa minha angústia e dúvida com o professor de didática Johann, que me indicou tentar planejar e trabalhar o mais livre possível dentro das disciplinas em que me é permitido, como: artes, literatura e educação social.
E aos poucos no final dos conteúdos dos livros fazer o mesmo, e creio que conseguimos com sucesso. Pois, foi a primeira vez que essa turma concluiu os conteúdos dos livros, claro que isso não significa aprendizagem, como bem me citou o vice diretor Leonil. Quando ele me fez essa colocação, disse que ele poderia fazer uma avaliação com eles, e por fim após a semana de provas observamos que no geral eles foram muito bem.  
             Nessa 6ª semana demos continuidade a enfatizar assuntos que tenham a ver com o cotidiano. Como saiu muito na mídia sobre a polêmica das vacinas, pesquisamos um pouco mais sobre os micro-organismos, a importância da vacinação, da higiene para a manutenção de uma boa saúde. Além, das nossas conversas sobre alimentação e atividade física.
Também voltamos a trabalhar a localização nos mapas em geral, pois muitos se confundiam onde ficava Eldorado, perante Guaíba, Porto Alegre, no RS, no Brasil e no mapa mundi. Um aluno chamado Diego, até me disse para que mapas se temos GPS?
     Aí eu respondi e se um dia ti estiver, sem GPS, sem celular, sem internet, sem energia como tu faz? Eles refletiram e acabaram me entendendo e dando razão, que não devemos ser reféns da tecnologia. Ela é útil e importante, mas falha.
     Percebi que essa turma vem mudando positivamente a sua postura, sendo mais críticos, respeitando a vez dos colegas falarem, brigando menos, o que me faz muito alegre e satisfeita. Pois esse é o nosso papel como professores, educadores, promover futuros cidadãos críticos, cultos, sociáveis, gentis e educados, independente de nível social. Ver a turma se acalmando ao longo do tempo me enche de orgulho. A aprendizagem cognitiva é importante, mas a aprendizagem ou construção de uma inteligência emocional, humana e social é impagável. E é pra isso que eu trabalho, é pra isso que eu vivo.
            Essa sétima semana foi uma semana curta, de apenas 3 dias letivos. Usamos essas datas para realizarmos as revisões e fechamentos para a próxima semana de provas. Aproveitamos também o fato de termos terminado o livro de ciências, para realizarmos a experiência da produção de iogurte no laboratório (Lactobacilos/bactérias). Quando fomos provar no outro dia, a maioria fez uma cara feia e não quis provar, fiquei triste e decepcionada.  Como costumo observar, as crianças da escola, não só os meus alunos se alimentam muito mal, de muitos produtos industrializados, refrigerantes. Para eles, iogurte mesmo é aquele do supermercado. Ainda usamos o livro de caligrafia, que particularmente eu detesto, mas tenho que usar forçadamente e infelizmente.
Ao menos no próximo ano letivo de 2019, como eu continuarei com os mesmos alunos no quinto ano (algo que facilitará meu TCC, creio), teremos apenas um livro didático integrado, o que vai me possibilitar um planejamento mais livre e significativo.
              Essa oitava semana foi muito entediante, porque é a semana de provas de toda a escola. Se já somos engessados pelos livros didáticos, durante a semana de provas somos muito mais. Na sexta, na aula de artes realizamos a pintura das bolas de natal em CD. Não tenho muitos comentários para essa semana, porém posso dizer que fiquei muito satisfeita e orgulhosa com o resultado das avaliações e construções feitas pelos alunos.
     O que teve de legal nessa semana foi a aula de literatura e educação social, sobre a: "Semana da Consciência Negra", com a segunda visita da professora Tânia que pode observar e participar conosco da leitura, vídeos e debates sobre o tema.
            Nessa nona semana, na segunda terminamos as provas com a de ciências. Após isso, demos continuidade a conclusão dos conteúdos de história e geografia, revisões para os 2 alunos em recuperação (português, história e literatura), que ficaram em recuperação por não entregar trabalhos e pesquisas de casa, e não pela prova em si.
     Trouxe um texto da Ruth Rocha: "Marcelo, marmelo, martelo.", que eles gostaram muito, acharam engraçado e debateram bastante. Com o tempo mais livre, podemos jogar mais os jogos da sala, manipular massinha, atividades de integração, que os acalmam bastante. Além disso, temos o cesto de livros para leitura e folhas avulsas de reuso para desenhos livres.
            Essa é a última semana de estágio, e a penúltima do ano letivo. Nessa semana, ainda todos os alunos devem comparecer as aulas, já na outra semana somente os 4 alunos do reforço. Na sexta, dia 07/12/18, realizamos nosso lanche coletivo oficial, com a presença da maioria dos alunos. 
     Propus uma semana mais lúdica, menos tensa e pesada, com mais jogos, vídeos, um filme com pipoca. Mas o melhor de tudo, ao longo dessa caminhada é ver o entrosamento e o respeito mútuo entre eles e o aprendizado na vida real deles, daquilo que estudamos.
     Felicidade minha foi ver os meus 2 alunos que não liam lendo, sendo independentes de mim, foi a isso que me propus. Por isso, também fui pro ICS fazer aquele curso de recursos didáticos para a alfabetização e outros. E não pretendo parar, porque aprender me motiva a viver e ser feliz.

Sexto e sétimo semestres do PEAD: mais uma vez os jogos em minha vida de profe!

   Como nessa época tive um contrato em Estância Velha com um terceiro ano do EF e la estava se trabalhando os jogos clássicos e antigos, feitos de material reutilizável, super me identifiquei e também segui o projeto em andamento. O mesmo era para a Feira de Ciências da escola. Logo em seguida, a prefeitura firmou contrato com a empresa Mindlab e tivemos a formação de um semestre com essa equipe e os nossos alunos jogavam semanalmente esses jogos.
   E eu que sempre pensei que iria fazer um mestrado em educação ou em criminal forense, mas depois de toda a minha caminhada e como estou novamente trabalhando com matemática, optei por trocar mu mestrado para Ciências e Matemática, já que sou também bióloga e psicopedagoga. 
   O ensino da matemática através da ludicidade e dos jogos sempre permeou a minha prática pedagógica, porque como aluna sofri muito com a matemática. No estágio foi muito latente essa prática e como as crianças tiveram aprendizagens significativas , tanto cognitivas quanto emocionais, seguirei com essa temática para o TCC.

Quarto/quinto semestre do PEAD!

   Muitas práticas, reflexões, saídas a campo em PPA e o blog irmão, muito trabalho e mesmo assim agradeço em muito os puxões de orelha e a sabedoria, o encantamento e a sinceridade brusca  da Professora Aline. Trocas e aprendizados que serão inesquecíveis, que em muito me farão sentir falta da UFRGS!

   Projeto aplicado em 2017, numa escola de Viamão utilizando a dinâmica do balão dos sentimentos:
Hoje, realizamos nossa última visita com uma dinâmica muito divertida e positiva, que demonstrou a a interação dos alunos o que promove a prática dos projetos de aprendizagem.
A dinâmica consistia em que cada dupla unida por afinidade receberia um balão com uma palavra dentro. Após encher o balão ao som de uma música, eles iam estourando-o com a barriga. Após cada dupla iria falar sobre aquela palavra/sentimento em relação ao seu colega. Procurando não repetir o que outras duplas disseram. Sendo que eram 12 palavras diferentes, repetidas duas vezes e apenas um balão vazio. Ao término das palavras apresentadas, cabia descobrir qual sentimento faltou? O amor, e essa dupla falaria sobre. Foi muito emocionante e recompensador. Encerramos, procurando estabelecer uma conexão dessa dinâmica, com os projetos, as disciplinas e a própria vida!
"Como diria, Fernando Pessoa: Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena!"

    Cita-se Perrenoud pela Pedagogia de Projetos:

   "Redefine-se o papel do professor: "mais do que ensinar, trata-se de fazer aprender (...), concentrando-se na criação, na gestão e na regulação das situações de aprendizagem" (Perrenoud, 2000, p. 139)9, cuja mediação propicia a aprendizagem significativa aos grupos e a cada aluno. Desta forma, pode-se mobilizar os alunos para a investigação e a problematização, alicerçados no desenvolvimento de projetos, solução de problemas, reflexões individuais e coletivas, nos quais a interação e a colaboração subsidiam a representação hipertextual do conhecimento."


Terceiro/Quarto semestre do PEAD

   Este foi um semestre de retomada do: "Ver & Olhar" (da minha prática, da do colega e das escolas como um todo), da escrita e reescrita do blog em duplas (com pontos positivos pela visão do outro e cnsativo pela reescrita, mas é só escrevendo que se aprende). Foi um semestre de muito trabalho e repetição. Digo isso, porque não sou muito da escrita e sim da palavra. Porém mudei muito ao longo do curso, tanto a minha visão quanto a percepção dos alunos e do ambiente, atualmente escrevo melhor e mais, mesmo não gostando disso, sendo preciso.

"O homem apreende a realidade por meio de uma rede de colaboração na qual cada ser ajuda o outro a desenvolver-se, ao mesmo tempo que também se desenvolve. Todos aprendem juntos e em colaboração. "Ninguém educa ninguém, como tampouco ninguém se educa a si mesmo: os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo" (Freire, 1993, p. 9)5."


No meu segundo/terceiro semestre de curso...

   Neste meu segundo/terceiro semestre de curso, começamos a estudar com mais enfoque as infâncias e as psicologias, fazendo com que eu refletisse mais a minha prática na educação infantil na época, modificando assim minhas ações e práxis como educadora. Nesse período de 2016, assisti muitos filmes e vídeos sobre educação, assim como leituras. Isso pode ser observado nas minhas postagens do blog nesse período. Das coisas e práticas que tenho mais saudade, eis a foto abaixo. Porque vejo a diferença em mim como pessoa e profissional, tanto por ter trabalhado na educação infantil em NH e também pelo curso de Pedagogia:










Revendo os 4 primeiros semestres de curso: "Primeiro/segundo semestre do curso em 2015/02."

   Cheguei em 2015/02, com o curso já em andamento no segundo semestre, desde então fazemos uma disciplina a mais a cada semestre. A disciplina que me marcou mais no início do curso e que também foi nossa primeira aula, foi a de "História da Educação com a professora Zita," Mesmo eu já tendo estudado essa disciplina no curso de Magistério, na minha primeira graduação em Biologia, também na minha atualização da Pós, fui descobrir que a escola foi uma invenção até que recente (e eu achando que era desde o início dos tempos, kkk), e que fora criada para "ensinar" a mão de obra do proletariado para o trabalho em indústrias. Assim vemos desde então, a manifestação daquela frase de Paulo Freire que já postei tantas vezes:


#ficaadica

   Por isso, nós professores somos tão perigosos: porque ensinamos aos nossos alunos a pensar e falar por sua própria cabeça. E isso fica claro, quando vemos a opressão das classes dominantes aos trabalhadores e aos mais pobres, e agora infelizmente com as escolas e seus educadores. 


Encerramento do estágio, vem TCC!


   Nossa celebração de encerramento da prática de estágio, por mais momentos de descontração assim. Neste momento da foto, ainda não tínhamos feito o relatório, mas estávamos na finaleira do estágio em si. Cheias de anseios, conversas e trocas a realizar, mas os nossos sorrisos já dizem tudo: uma missão difícil já passou e outra está por vir, o tão temido TCC. Mas com o grupo desse, com essa orientadora e também com a tutora Gi, e sabendo que a temática do trabalho será o próprio estágio, o fardo fica mais leve. No meu caso, como trabalhei com uma metodologia que sempre acreditei e que aprendi muito na minha prática de 4 anos em Educação Infantil, que é o aprender através do brincar, da ludicidade e dos jogos se realiza de uma forma significativa, que no meu caso agora do estágio se referia a aprendizagem matemática, e assim será meu tema de TCC: "A aprendizagem matemática através dos jogos e a ludicidade.'

Ansiedade pelo estágio

   No começo do semestre 2018/02, as expectativas e a ansiedade estavam a mil. Mesmo já sendo professora há tanto tempo, mesmo realizando o estágio na própria turma em que sou titular; o peso e a responsabilidade de planejar um estágio, passar pelas dificuldades de mexer no pdworks,  o que para mim é o mais difícil, e aos poucos foi sendo superado. Mas, depois de muito sufoco com a ajuda da tutora Gisela e da Professora Tânia, o apoio de colegas, amigos e família consegui completar o relatório de estágio. Isso após 1 mês inteiro nas minhas férias sem passear, nem mesmo ir a Porto Alegre. Mas sem problemas, porque em 2020 já estarei de férias e recém formada!